Fred Bruno mostra estado do pé 5 dias após ser atingido por tiro em balada

O apresentador Fred Bruno, 37, mostrou neste sábado (24) como está seu pé cinco dias após ter sido atingido de raspão por um disparo de arma de fogo em uma balada em São Paulo.

Em publicação feita nos Stories do seu perfil do Instagram, o comandante do Globo Esporte, da TV Globo, ele contou que o pé está quase recuperado e que foi liberado pelos médicos para voltar a jogar futebol.

“Pézin tá quase zero. Médico liberou, então bora pro jogo”, escreveu ao mostrar o pé enfaixado.

Relembre o caso

O episódio aconteceu na madrugada da última segunda-feira (19), no Santo Cupido Bar, na zona sul da capital paulista. Segundo o apresentador Fred Bruno, ele foi atingido no pé durante um disparo de arma de fogo no estabelecimento.

Após o ocorrido, o apresentador relatou que sentiu um impacto no pé e percebeu inchaço, coloração arroxeada e dor na região. Ele afirmou que o caso poderia ter tido consequências mais graves.

O disparo foi atribuído ao deputado estadual Marcelo Aguiar. Segundo as autoridades, a arma foi apreendida e o parlamentar foi levado à delegacia, mas não permaneceu preso.

Deputado teria se envolvido em confusão

Segundo o boletim de ocorrência, policiais militares foram acionados para atender a uma ocorrência de disparo no estabelecimento, localizado na Vila Nova Conceição. Ao chegarem, encontraram o deputado na calçada, acompanhado por integrantes da equipe de segurança do bar.

Os seguranças relataram que o disparo foi feito com uma pistola Glock G42, calibre .380. Após o tiro, Marcelo teria sido conduzido à área externa e desarmado. O gerente do estabelecimento foi quem acionou a Polícia Militar.

Uma testemunha afirmou, em depoimento na delegacia, que Marcelo teria importunado mulheres que estavam no local. Segundo ela, um homem se aproximou do deputado e pediu que ele parasse. Marcelo teria atendido ao pedido, mas permaneceu no mesmo lugar. Na sequência, outros dois homens se aproximaram e também pediram que ele se afastasse. Nesse momento, foi ouvido um único disparo, e as pessoas presentes se dispersaram.

Questionado pelos policiais, o deputado optou por não prestar esclarecimentos naquele momento. Os agentes afirmaram que precisaram algemá-lo durante a abordagem devido ao estado de exaltação e ao receio de risco à integridade física dele ou de outras pessoas.

A PM informou que ele possuía certificado de porte de arma válido.

Apesar da ocorrência, a autoridade policial decidiu não formalizar a prisão em flagrante. O despacho cita a imunidade formal dos parlamentares e considera, em uma análise inicial, a possível prática do crime previsto no artigo 15 do Estatuto do Desarmamento, relacionado a disparo de arma de fogo em determinadas circunstâncias. Segundo a autoridade, não havia, naquele momento, elementos que indicassem a prática de crime inafiançável.

Marcelo foi liberado por possuir imunidade como deputado prevista na Constituição Federal, mas a arma, uma pistola calibre .380, foi apreendida.

 

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