Caroline de Toni, do PL, sagra-se fenômeno eleitoral

No cenário político de Santa Catarina, um dos bastiões do conservadorismo político brasileiro, poucas figuras simbolizam esse posicionamento tão bem quanto Caroline Rodrigues de Toni (PL). A advogada de 40 anos, natural de Chapecó, no oeste do estado, consolidou uma trajetória fulgurante que culminou na conquista de uma vaga no Senado Federal, registrando índices expressivos de votação.

A senadora eleita teve 2.694.918 votos (33,5% dos votos válidos), e Carlos Bolsonaro, 2.041.840 votos (25,4% dos votos válidos). Eles farão parte da bancada catarinense ao lado de outro senador do PL, Jorge Seif, cujo mandato vai até 2031. 

A votação de Carol de Toni foi o maior percentual dentre todos os senadores eleitos neste ano. O primeiro suplente dela é Geraldo Wetzel Neto (Novo), e o segundo suplente, Andrey Tomazi (PL).

Ela é a segunda mulher eleita senadora por Santa Catarina, 24 anos depois de Ideli Salvatti (PT), em 2002. Outras chegaram à cadeira pela suplência, como Ivete da Silveira (MDB), que assumiu no lugar do governador Jorginho Mello (PL).