a causa foi o extremismo religioso islâmico

À medida que os Estados Unidos se preparam para lembrar o 25º aniversário dos ataques terroristas de 11 de setembro, espere uma omissão evidente e gritante nos próximos discursos, editoriais e retrospectivas televisivas com sobreviventes sobre esse episódio histórico — uma história importante de ser contada justamente porque alerta que a vigilância nacional continua sendo necessária, mesmo agora.

Deixado no chão da sala de edição estará o importantíssimo e básico “por quê”, isto é, exatamente por que os sequestradores da Al-Qaeda realizaram esses ataques. O “por quê” do 11 de Setembro, considerado ofensivo demais para o discurso público, pode ser encontrado prontamente, por exemplo, nas gravações recuperadas da cabine de comando do Voo 93 da United Airlines, que revelam a motivação de um dos sequestradores em um autêntico momento da verdade. Nove vezes, nos seis segundos finais daquele voo em queda livre, antes que ele se despedaçasse, levando consigo as 40 vítimas, em um campo de Shanksville, na Pensilvânia, o sequestrador repetiu em tom de canto: “Allahu Akbar! Allahu Akbar…!”. Allah é grande.

Espere que professores, comentaristas da mídia e líderes eleitos fazendo discursos no memorial de Nova York — pense no prefeito de Nova York, Zohran Mamdani — façam verdadeiros malabarismos para evitar dizer em voz alta que uma motivação religiosa, enraizada na ideologia islamista, levou os sequestradores do 11 de Setembro àquele assassinato em massa — e continua levando outros a agir da mesma forma. Eliminar até mesmo referências passageiras ao islamismo como motivação orientadora do 11 de Setembro do próximo debate nacional significa deixar de cumprir o dever cívico de lembrar aos americanos que esse problema continua existindo, 25 anos depois, como uma ameaça à segurança nacional.

A nação viu isso no ataque de 2026 com um veículo usado para atropelar pessoas e disparos contra a Temple Israel, em West Bloomfield Township, Michigan; no ataque de 2025 com um caminhão em Nova Orleans; no ataque a tiros contra dois soldados da Guarda Nacional em Washington, D.C.; e no ataque com arma de fogo de 2024 contra a comunidade judaica de Chicago, para citar apenas uma pequena fração dos casos recentes.